Todas as marcas que veremos no Mundial de Clubes Nike, adidas, PUMA mas também algumas novas

A temporada 2025/26 termina com um capítulo final nos Estados Unidos ao receber a edição inaugural do Campeonato do Mundo de Clubes, o torneio de grande escala organizado pela FIFA que conta com 32 equipas de seis confederações diferentes. Uma competição que tem enfrentado vários desafios organizacionais, como questões ligadas à venda de direitos de transmissão necessários para recuperar o prémio total de mil milhões de dólares que será partilhado entre as equipas participantes.

O interesse dos adeptos também tem tido dificuldades para decolar, o que levou a FIFA a introduzir um sistema de preços dinâmico, a fim de baixar os preços dos bilhetes e impulsionar as vendas para jogos menos apelativos. Segundo estimativas do The Athletic, por exemplo, o preço mínimo do bilhete para uma partida do Inter Miami caiu de 230 dólares para 55 dólares em poucos meses. Naturalmente, o outro lado é que os jogos de maior destaque agora vêm com um custo médio mais elevado — por exemplo, os jogos do Real Madrid começam com pelo menos 132 dólares por bilhete. Até os próprios jogadores pareciam prontos para boicotar o torneio, levantando o espectro de um potencial ataque, mas acabarão por entrar em campo, apresentando as coleções das marcas que patrocinam as respetivas equipas.

adidas

Na linha da frente está a adidas, já que as icónicas três listras da empresa alemã vão adornar os uniformes de doze equipas diferentes, algumas das quais contarão com o icónico design Teamgeist. É o caso da Juventus, bem como do River Plate, do Real Madrid e do Egípcio Al-Ahly. A formação inclui ainda Bayern de Munique, Boca Juniors, Flamengo, Benfica, Ulsan HD, e os três franchises da MLS participantes no torneio: Inter Miami, LAFC e Seattle Sounders.

Nike

Forte presença também das seis equipas equipadas pela Nike. O Swoosh vai aparecer nas camisolas dos Diamantes Vermelhos Al-Ain e Urawa, mas visualmente, os holofotes estarão nos kits Home desenhados para equipas europeias. A Inter, por exemplo, vai usar uma nova camisola em que as icónicas listras pretas e azuis são moldadas para soletrar o nome do clube. O novo kit do Chelsea inspira-se na arquitetura londrina, e o mesmo se aplica ao Atlético de Madrid e ao PSG, os recém-coroados vencedores da Liga dos Campeões, que vão estrear os seus novos designs para a próxima temporada.

PUMA

A PUMA vai patrocinar sete equipas no evento: do Manchester City ao Al-Hilal, de Monterrey à Red Bull Salzburg, do Palmeiras ao Borussia Dortmund. A equipa alemã, entre outros, vai também estrear um novo patrocinador, já que o Mundial de Clubes marcará a primeira aparição da sua parceria com a Vodafone, cujo logótipo aparecerá a preto na camisola da Home para combinar com as cores do clube, e não no vermelho. A completar a lista estão o sul-africano Mamelodi Sundowns.

Os Outros

Outras marcas históricas também vão estar presentes. Graças ao Botafogo, o vetor da Reebok vai aparecer no Mundial de Clubes, e o Fluminense vai usar kits adornados com o logótipo diamantado da Umbro. O Porto vai representar a New Balance, e a Espérance Sportive de Tunis vai apresentar os kits Kombat da Kappa. A marca italiana vai também estrear-se com a camisola do Wydad Athletic Club, a equipa marroquina preparada para enfrentar a Juventus, que até há poucas semanas era patrocinada por Macron.

Existem também duas marcas menos conhecidas no mercado europeu. O mexicano Pachuca será o único representante da Charly, uma empresa mexicana de vestuário desportivo que também equipou os atletas do México para os Jogos Olímpicos de Paris 2024. Entretanto, as camisolas do Auckland City FC da Nova Zelândia serão fornecidas pela Dynasty Sport, a marca desportiva líder na Oceania, que produz kits utilizando o Ecotek, um material feito de plástico reciclado.

O que ler a seguir